Sobresaltando os da eletrosfera...
Correndo aos passos de um tigre livre...
Voando as batidas de asas de uma aguia...
Corro para os verdes campos, rufigiando-me sob a gruta escura da tristeza
fujindo dos sentimentos de concreto e aço.
Buscando o eterno e imutável sentimento, aquele...
que pode tornar até o mais horrivel dos homens, o melhor das criaturas.
A busca da sutileza, encontrada em um simples orvalhar de madruga.
A tristeza de uma lágrima urbana, trocada pelo mais lindo sorriso campestre.
Reflexões obscuras,perdidas nos oceanos de um pena e dor.
Almas perdidas vagando pelas ruas,constroem suas casas casa inabaláveis,
cercando-as de um sentimento artificial.
Humanos obsoletos pela vivência imposta pelos robos da mídia,
aprisionados pela criação imposta pela luz florescente da caixa magnética.
Humanos aprisionados aos mesmo sentimentos de plástico,
criticando os que estao fora da alma obsoleta,
dominada com rédias pelos grandes homens atras da curtina da manipulaçao.
Mentes obsoletas abertas,
entupidas por verdades fabricadas, criadas em nome dos iluminados.
Manipulados pelo estilo de vida de outro planeta.
Obsoletos desde a criaçao, nascemos já aprendendo a morrer...
Aprendemos a submergir sobre o oceano de caos, curando onda de terror que nos afogam.
Renato Abiank.
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